segunda-feira, 24 de maio de 2010

Atire a primeira pedra...

Atire a primeira pedra...



“Aquele que dentre vós estiver sem pecado

seja o primeiro que lhe atire pedra” João 8:7.



Jesus passou a noite inteira orando, na mais perfeita e estreita comunhão com o Pai. De madrugada Jesus foi ao templo e o povo começou a chegar e se ajuntar para ouvir o que Ele tinha a dizer.

Mas, de repente, fariseus e escribas, com pedras nas mãos colocaram diante de Jesus e de todo o povo uma mulher pega em flagrante adultério! Que vergonha para aquela mulher e que dolorosa cena aqueles homens provocaram! A mulher estava totalmente perdida, pois a lei considerava o adultério um crime, cuja penalidade era a morte por apedrejamento. Os fariseus sabiam disto! Antes, porém, argüiram a Jesus com a intenção de colocá-Lo à prova. Jesus, porém, conhecendo-lhes a maldade, inclinou-se e começou a escrever na terra com seu dedo. Como os fariseus insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: “aquele que dentre vós estiver sem pecado atire a primeira pedra”. Dizendo isto, inclinou-se de novo e continuou a escrever na terra.

Sempre me perguntei: o que será que Jesus escreveu naquele exato momento? Podemos fazer suposições, mas, nunca saberemos ao certo...

Diz a Palavra de Deus que os presentes foram acusados pela própria consciência e a começar dos mais velhos, um a um se retirou, ficando somente Jesus e a mulher. Que confrontação poderosa!

Jesus parou de escrever e, levantando-se, disse: “Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, Jesus lhe disse: “Nem Eu tampouco te condeno. Vai e não peques mais.” v.11.

Nós também estamos rodeados de acusadores famigerados, que andam à cata dos pecados alheios, ávidos pelas desgraças alheias. Para aqueles, Jesus declarou: “Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém, não reparas na trave que tens no teu próprio? Ou, como dirás a teu irmão: deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão” Mat.7:1-5.

Amados: somos indesculpáveis quando julgamos quem quer que seja, porque quando julgamos, a nós mesmos nos condenamos. A mulher adúltera pecou? Claro que pecou. Mas, Jesus quis dizer: todos vocês são igualmente pecadores! A morte é a penalidade tanto para o pecado do adultério, como também para qualquer outro pecado e não existe tamanho de pecado. Tudo é pecado. Por isso, está escrito: “o salário do pecado é a morte.” Romanos 6: 23.

Esta é a razão porque é nosso dever amar apaixonadamente o Senhor Jesus, porque Ele veio pagar e cravar na Cruz do Calvário TODOS os nossos pecados. Mas, se o salário do pecado é a morte, o que nos conforta é saber que o DOM gratuito de Deus é a vida eterna, que está em Cristo Jesus! Deus não tem o culpado por inocente, por que Ele é santo e justo! Porém, Deus derrama Sua graça e misericórdia a cada manhã, porque conhece a nossa estrutura, sabe que todos nós somos pó e necessitados de Seu constante livramento!

Sejamos sensatos e sóbrios! Longe de nós a hipocrisia e a falsidade! Os tempos são trabalhosos e vivemos mergulhados no império das trevas! O que nos resta fazer é pedir a Deus que acenda em nós a esplendorosa luz de Sua Palavra e que a maravilhosa Graça de Jesus superabunde em nós para nos ensinar a resistir o pecado que tão de perto nos rodeia e as tentações, que a cada dia se multiplicam diante de nossos olhos.

Que Deus nos livre de todo mal e nos guarde na concha de Suas portentosas mãos. Pense nisto!

Com amor,









Pra. Aline Castejón Mattar

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